domingo, 14 de dezembro de 2008

Sono

Olhos pesados, visão deformada
Pálpebras fracas e irresistentes
Boca contida e escancarada
Momento de pausa de todas as mentes

Com o meu sono eu gostaria de conversar
Mas meu corpo padece, e eu não consigo
A minha alma o ver, no ato de sonhar
Por isso só tenho lembranças, desse velho amigo

Serás tu, vigilante e cúmplice da morte?!
Pois tu oferece morada para a partida
Ou tu és apenas sinônimo de saúde e sorte?
Trazendo as pessoas uma passagem tranquila
(Vieira Júnior)

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